domingo, 7 de março de 2010

CRÔNICA.



O AMOR É DIVINO, MAS ACABÁ-LO É COMPLETAMENTE HUMANO.
                Certo dia entrando no ônibus para ir à casa de meus pais ouvi a seguinte conversa: “_Eu acabei o namoro. Ele estava me enganando. Bem que eu vi umas fotos dele no Orkut com ela, e no MSN ele não me dava mais atenção.”
                Acho incrível a capacidade que o ser humano tem em gostar de sofrer. Ele procura motivos para desconfiar, para não acreditar, para não aceitar a verdade, para sofrer mesmo. E, diante dessa conversa eu fiquei me questionando: “Será que o amor ainda existe?” “Será que ninguém consegue mais ser feliz?” “Onde estão os romances atemporais, apenas nos filmes?”.
                E em outro momento ouvindo uma estação de rádio pela internet, vi o radialista falando de um cyber-ouvinte que mandava uma dedicatória de amor para sua esposa, por estarem fazendo 2 (dois) anos e alguns meses de casamento. As pessoas que estavam do meu lado, digo, meus amigos falaram num tom de ironia: “Que Deus abençoe esse amo!”. E olharam-se entre si e sorriram.
                Fiquei um pouco estranho diante daquele comentário, quase que perguntava se eles acreditavam no amor. Mas, preferi calar para não ter que perder a minha razão. Porém, algo me fazia inquietar. Fiquei me questionando mais uma vez na incredibilidade das pessoas quanto ao amor. E isso gerou em mim um sentimento de revolta, pelo qual me fez buscar respostas para essas perguntas e tentar dar uma explicação convincente às pessoas sobre o AMOR.
Então vamos lá...
                Primeiro, o amor nasce no coração de todos sem nenhuma acepção. Não acredito que em todo mundo exista alguém que não saiba/acredite/conheça (o que é) o amor. Se você nunca amou, seguramente nunca viveu de verdade. O amor é algo que dilacera o coração, nos faz perder a razão, amar não exige diploma, não ignora os leigos, não cobra “royalties”, não traz desespero, pois tudo se torna inerente.
                Segundo, se você não acredita no amor, você não acredita em você mesmo. Pois, como posso acreditar em mim se sou parte de um amor de outrora, um amor gerado pelos meus pais que culminou em meu nascimento. Desistir de amar, desistir do amor é desistir de viver, e não acho muito sentido nisso. Já ouvi muitos falarem: “Só amei uma pessoa na vida”. E vivem a vida inteira afirmando isso, mas esquece de viver plenamente, criar novas possibilidades para o amor, aproveitar a amplitude do momento e, conhecer alguém que lhe tire o fôlego e lhe traga novamente o amor. Simplesmente acham mais fácil dizer que não vai amar mais ninguém. Ou seja, cria um tipo de armadura invisível que “condena” qualquer amor que esteja emergindo em seus corações, pensando que só assim, fará “in memorian” do amor passado. Acho isso uma falta de amor próprio tremendo, dedicar sua vida inteira apenas a um amor. Acredito que o ser humano é amável e amante, amado e poder amar constantemente.
                Terceiro, nunca o sofrimento caberá no seu coração, sempre irá lhe incomodar, você sempre estará/ficará mais feliz quando estiver amando. Mesmo sabendo que existam várias pessoas que preferem o “meio-de-campo”, ou seja, nem vão para defesa e nem arriscam o ataque, ficam no meio e nada se mexe, nada acontece. Vivem a eterna disposição da zona de conforto, onde para essas pessoas se doar por inteiro, sem reservas não vale mais à pena. Acho isso lamentável, não consigo entender o amor pela metade. O amor incompleto. Costumo dizer o seguinte: “Se não for pra ficar, não precisa entrar. Meu coração já se cansou de caridade.”
                Mas sem querer invadir sua privacidade e muito menos seus sentimentos, lhe faço essa pergunta e espero que você responda para dentro de si mesmo: “O que lhe falta para AMAR?”
                Se a resposta for: TER UM AMOR. Eu lhe digo: Vá em frente, busque, lute, vibre com seus sentimentos, expresse-os. Sorria, vislumbre a vida, se entusiasme, se doe, abrace, beije, se apaixone sempre...E se não encontrar a pessoa certa nas primeiras noites, chame o garçom e diga: A conta por favor. (...) Foi um prazer, até logo.
                Não perca os melhores momentos de sua vida por falta de amor, por falta de envolvimento. Não acredite nos amores sexuais, dos quais só saímos machucados e cada vez mais armados para o verdadeiro amor; real, sincero, completo, atemporal. E por esse motivo perdemos a chance de encontrar alguém, compartilhar momentos, viver nossa vida ao lado, repito: ao lado desse alguém e que ele lhe mantenha vivo, respirando e exalando o perfume do amor. Só não esqueça: “O AMOR É DIVINO, MAS ACABÁ-LO É COMPLETAMENTE HUMANO.”

Leniclécio Miguel.
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sexta-feira, 5 de março de 2010

POEMA.

(...)

Eu não queria,
Mas ainda sinto.
É bem mais devagar, eu sei...
...Mas o amor ainda permanece em mim.

E mesmo sabendo que não temos mais chance,
Eu sei que meu coração ainda fica triste quando te ver,
Acho que é por saber que agora você está cabendo bem em outra pessoa.

Não encontro coragem para te olhar,
Pois os meus olhos ainda sentem falta,
E como não estão acostumados, prefiro ainda não te ver, mesmo te vendo.
E vou olhando rasamente para o chão, de onde não passo.

Te vejo passar, com a beleza mais aflorada, respiro o mesmo ar,
Tenho medo de não mais amar, fico inseguro.
Lembro de coisas, somente coisas...

...Não saberia mais te amar, mas ainda sei que te amo.
E mesmo sendo fim,
O sentimento ainda não acabou.

Leniclécio Miguel

quinta-feira, 4 de março de 2010

PENSAMENTO.


"Você não precisa contar tudo a respeito da sua vida para seu parceiro(a) mas precisa ser honesto no que decidir contar, se deseja construir um relacionamento baseado na confiança."


Honestidade - essa é a palavra. Lendo um texto sobre Gestão de Pessoas, vi essa frase da que encontra-se na epígrafe desse texto. Depois disso comecei a pensar: "Por quê será que a confiança acaba?" Acaba por alguns motivos e um deles são a falta de honestidade. Honestidade essa que está cada dia mais instinta no meio sentimental e profissional. Mas, por quê? Simplesmente porque as pessoas acreditam que honestidade é tão-somente falar a verdade. Mas, falar a verdade nem sempre é ser honesto. Pois, em algum momento de sua vida você vai precisar omitir a verdade, e não entenda isso como "ser calculista". Mas, como saber que em vários momentos de nossas vidas têmos que usarmos de bom senso e conviniência. Não será por omissão que você vai perder ou deixar de ser honesto, mas será por falta da verdade que você deixará de passar confiança. Então, seja comedido; procurando sempre ser coerente e coeso com suas atitudes e ações. Descubra que ser honesto é ser você, sempre que puder. Use de sua habilidade para solucionar conflitos, para expressar opinião; mas seja humilde. Demonstre afeto, carinho e compreensão para com o próximo. E sempre que errar, admita. Assim, você estará usando de suas habilidades para aprimorar a honestidade e consequentemente adquirir confiança dos demais.


Texto: Leniclécio Miguel


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quarta-feira, 3 de março de 2010

DINÂMICA.




Olá à todos. Como vão vocês? Bom, hoje não vou disponibilizar nenhum texto, vídeo ou poema. Mas, colocar algumas fotos da dinâmica que fiz por estes dias na escola de cursos PREPARA, a dinâmica consiste em um colega entrevistar o outro, portanto, REPÓRTER EM AÇÃO. Depois, troca-se as entrevistas aleatoriamente e entrega-se à colegas diferentes, por fim, cada colega vai falar do colega que recebeu a entrevista. É bem divertido e dá pra conhecer cada um. No final, faço pergunta sobre cada colega e quem responder e acertar ganha chocolate. Segue abaixo como pode ser feito.

REPÓRTER EM AÇÃO:

1 - QUAL SEU NOME COMPLETO?
2 - QUAL SUA FORMAÇÃO ESCOLAR?
3 - DE QUE VOCÊ TEM MEDO?
4 - DO QUE VOCÊ MAIS GOSTA DE FAZER?
5 - O QUE VOCÊ FAZ DE MELHOR?
6 - O QUE VOCÊ AINDA NÃO APRENDEU A FAZER?
7 - QUAL SEU MAIOR SONHO?
8 - UM ÍDOLO?
9 - QUAL SEU ESTILO MUSICAL?
10 - QUAL SEU FILME FAVORITO?

Façam em seus treinamentos essa dinâmica logo no início para "quebrar o gelo" e fazer com que as pessoas se conheçam mais. Abraços cordiais e até a próxima.

Texto: Leniclécio Miguel

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segunda-feira, 1 de março de 2010

ARTIGO.


COMO GERIR PESSOAS EM TEMPOS DE CRISE


Não é de hoje que o ser humano precisa administrar. Administrar vem do latim que quer dizer: Ad (Direção, tendência para) e minister (Subordinação ou obediência). Designa o desempenho de tarefas de direção dos assuntos de um determinado grupo.

A administração é uma ciência social que está relacionada a todas as atividades que envolvem planejamento, organização, direção e controle.

Já a gestão é algo mais fechado, voltado para o “gerir em si ôntico” (termo utilizado na Ontopsicologia, significa: Em si mesmo). Gerir pessoas não é somente dar ordens a alguém, mas liderar, motivar, indicar melhorias para o melhor desenvolvimento humano.

O líder deve saber identificar falhas, desvios de conduta, desordem organizacional e outras deficiências relacionadas a seus liderados. Liderar pessoas em tempos de crise é um desafio bastante ousado e encorajador. Ao encorajar equipes, o líder deverá fazer que sua própria conduta seja para tal. O líder que ousa, saberá mais na frente que suas atitudes foram às de um líder que realmente sabe o que está fazendo.

Gerir pessoas em tempos de crise, é nada mais que delegar tarefas e cuidar da auto-motivação de seus geridos. O gestor terá que saber identificar aquele “ganso” que está cansado do vôo e colocá-lo para trás da arrevoada. Dando mais ênfase àqueles que estiverem mais descansados e conseqüentemente mais entusiasmados para a empreitada.

Albert Einstein em seus famosos textos cita-nos algo muito interessante relacionado à crise: “É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar “superado””. Então, encoraje sua equipe, demonstre afeto e dedicação para com eles. Supere a crise e seja um líder vencedor!

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