Por que é tão difícil dizer: ADEUS?
Porque ao pronunciarmos, sabemos que nas horas seguintes não estaremos mais com a pessoa amada.
E nos próximos dias não saberemos com que vamos desabafar, sorrir, beijar, dizer palavras bobas, e não iremos saber também dos passos da pessoa amada, de seus sentimentos, de sua saúde, de seu trabalho, de sua família.
E pode ser que façamos a pior escolha da nossa vida.
E refletimos sobre isso.
Porque o adeus para que recebe é encerrativo e para quem dá, angustiante.
É difícil dizer adeus, porque já estávamos acostumados com os olhos, com a boca, com as frases prontas: Eu
te amo, meu amor, minha vida, nunca te deixarei, me perdoa, te perdoou.
É também mais difícil ainda receber o adeus, sentimo-nos impotente, por vezes responsáveis, não-amados, humilhados.
Porque o adeus, é somente uma forma grosseira de dizer: obrigado por você não me fazer mais feliz.
O adeus gera raiva, dúvida, maltrata, titubeia, revolta quem o recebe, amargura quem o dá.
E mesmo quando a gente ainda não está preparado para dizer; alguém nos diz.
E isso é o que mais dói.
Ser deixado, deixado pelo adeus.
Deixado pelos cantos, pelos dias seguintes, pelas viagens planejadas e por um único corpo amado.
Sentir o adeus é desesperador, nada e nem ninguém saberá explicar a sensação.
Porque ao pronunciarmos, sabemos que nas horas seguintes não estaremos mais com a pessoa amada.
E nos próximos dias não saberemos com que vamos desabafar, sorrir, beijar, dizer palavras bobas, e não iremos saber também dos passos da pessoa amada, de seus sentimentos, de sua saúde, de seu trabalho, de sua família.
E pode ser que façamos a pior escolha da nossa vida.
E refletimos sobre isso.
Porque o adeus para que recebe é encerrativo e para quem dá, angustiante.
É difícil dizer adeus, porque já estávamos acostumados com os olhos, com a boca, com as frases prontas: Eu
te amo, meu amor, minha vida, nunca te deixarei, me perdoa, te perdoou.
É também mais difícil ainda receber o adeus, sentimo-nos impotente, por vezes responsáveis, não-amados, humilhados.
Porque o adeus, é somente uma forma grosseira de dizer: obrigado por você não me fazer mais feliz.
O adeus gera raiva, dúvida, maltrata, titubeia, revolta quem o recebe, amargura quem o dá.
E mesmo quando a gente ainda não está preparado para dizer; alguém nos diz.
E isso é o que mais dói.
Ser deixado, deixado pelo adeus.
Deixado pelos cantos, pelos dias seguintes, pelas viagens planejadas e por um único corpo amado.
Sentir o adeus é desesperador, nada e nem ninguém saberá explicar a sensação.
Vem um gosto de pólvora e sangue que amarga a boca, uma taquicardia, um suar frio, uma impaciência, uma vontade de se jogar aos pés da pessoa amada e pedir que não vá.
Mas o adeus é assim; severo, desanimador, cortador de laços, destruidor de amores.
O adeus me deixa extático, paralítico, indignado.
Talvez seja por não ter aprendido ainda a perder,
Ou talvez por ainda não ter aprendido a deixar de amar.
Mas o adeus é assim; severo, desanimador, cortador de laços, destruidor de amores.
O adeus me deixa extático, paralítico, indignado.
Talvez seja por não ter aprendido ainda a perder,
Ou talvez por ainda não ter aprendido a deixar de amar.
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